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Israel reconheceu que esteve envolvido em recentes acusações dinamarquesas contra o Irã

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, admitiu o envolvimento do regime de Tel Aviv nas recentes acusações da Dinamarca contra o Irã.

Na terça-feira, a Dinamarca acusou, sem oferecer provas, um cidadão norueguês de origem iraniana tentando assassinar o líder da filial dinamarquesa do grupo extremista Al-Ahvaziya em Ringsted, uma cidade a quase 60 quilômetros a sudoeste de Copenhague.

O governo iraniano rejeitou, em termos duros, as acusações  feitas atribuindo um plano projetado pelo serviço de inteligência israelense (Mossad) para minar a posição global do Irã.

Em declarações feitas na quinta-feira, Netanyahu admitiu o papel de Israel nas acusações contra Teerã. “Recentemente, pudemos revelar vários planos terroristas iranianos na Europa”, disse ele.

Mais cedo, a mídia israelense informou que as informações sobre o suposto plano de assassinato do cidadão norueguês-iraniano foram transmitidas ao governo dinamarquês pelo Mossad.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã convocou na quarta-feira o embaixador dinamarquês para manifestar protestos formais sobre as acusações de Copenhague contra Teerã.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores persa, Bahram Qasemi, argumentou que essas acusações “falsas” são parte da “guerra psicológica” impulsionado por o US e seus vassalos, Israel e Arábia Saudita, para distorcer os laços iraniano-europeu.

De fato, a trama foi inventada justamente quando o Irã e a União Européia (UE) estão fazendo progresso no estabelecimento de um mecanismo especial para escapar das sanções dos Estados Unidos contra Teerã e continuar o comércio bilateral.

Da mesma forma, o ministro do Exterior iraniano, Mohammad Javad Zarif, afirmou que as alegações são tratados em uma nova conspiração israelense para minar o acordo nuclear entre Teerã eo Grupo 5 + 1 (então formado por a US, Reino Unido, França, Rússia e China, mais a Alemanha).

Neste sentido, Zarif postou uma foto em sua conta da rede social Twitter mostrando uma cronologia das medidas tomadas pelo regime de Israel durante o ano, para coincidir de alguma forma com atos contra a República Islâmica do Irão.

Uma das datas indicadas pelo chanceler iraniano é em 3 de junho, quando o presidente do Irã, Hasan Rohani, iniciou sua visita oficial à Suíça e à Áustria. Naquele mesmo dia, o regime israelense ajudou a estabelecer uma falsa acusação contra Teerã de planejar um ataque a bomba na França.

www. afkarnews.com

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