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França admite uso de tortura durante a Guerra da Independência da Argélia

A Presidência francesa admitiu ontem pela primeira vez a instigação de um regime de tortura durante a Guerra da Independência da Argélia, que terminou em 1962.

Em um comunicado, o presidente Emmanuel Macron admite oficialmente que “o Estado francês permitiu o uso de tortura durante a guerra na Argélia”, informou o jornal Le Monde.

“Apesar da morte de Maurice Audin, um matemático francês que lutou pela independência da Argélia, foi um ato unilateral, ele morreu sob tortura decorrente do sistema instigado, enquanto a Argélia fazia parte da França”, disse o Eliseu.

“Em nome da República Francesa, admitimos que Maurice Audin foi torturado e executado, ou torturado até a morte por soldados franceses que o prenderam de sua casa”, disse o comunicado.

Leia: Guerra da Independência da Argélia da França

Audin era um ativista comunista pró-independência e professor assistente de matemática na Universidade de Argel. Em 11 de junho de 1957, ele foi preso em sua casa em Argel, provavelmente por soldados franceses, e torturado em uma vila abandonada no bairro de Argel, em El Biar.

Sua esposa foi posteriormente informada de que ele havia escapado do cativeiro. No entanto, em 2014, o ex-presidente francês François Hollande admitiu que Audin havia morrido na detenção.

www.middleeastmonitor.com

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