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“Ministro do crime israelense” Netanyahu será interrogado pela polícia

O primeiro-ministro do regime sionista, Benjamin Netanyahu, que ganhou o apelido de “ministro do crime” pelo público por seu amplo envolvimento em práticas ilegais, é participar de uma sessão de interrogatório policial em um caso de corrupção de alto nível.

Netanyahu, do regime de assassinos de crianças, deve comparecer à sessão na terça-feira para responder perguntas sobre informações condenatórias fornecidas à polícia por um ex-confidente de longa data, que supostamente chegou a um acordo com a polícia para incriminar Netanyahu, informou o jornal israelense Haaretz.

No chamado “Caso 4000”, Netanyahu é acusado de favorecer o gigante de comunicações telefônicas israelense Bezeq em troca de uma cobertura positiva em sua Walla! portal, um dos mais populares entre os israelenses. Ele se envolveu na prática corrupta entre 2014 e 2017, enquanto ocupava também o cargo de ministro das Comunicações.

O interrogatório de terça-feira usaria o testemunho de Nir Hefetz, antigo aliado de Netanyahu, como seu assunto. Hefetz “deu mensagens de texto policiais e gravações incriminatórias, supostamente indicando uma relação de troca” entre o primeiro-ministro e o chefe do Bezeq, Shaul Elovitch, escreveu o jornal.

No mês passado, o Haaretz revelou comentários feitos em 2015 por Elovitch, em que ele disse que entendia que Netanyahu “estava disposto a cometer suicídio por mim”, referindo-se ao relacionamento especial da dupla. Também na terça-feira, a polícia deve interrogar dois suspeitos no “Caso 2000”. Nesse caso, Netanyahu é acusado de ajudar o jornal Yediot Aharonot contra seu concorrente Yisrael Hayom, igualmente em troca de uma cobertura favorável do primeiro-ministro.

Há muitos meses, milhares de israelenses realizam protestos semanais contra o premiê, pedindo que ele renuncie. Ele também enfrenta dois outros casos criminais.

O “Caso 3000” também está investigando possíveis transgressões envolvendo o advogado pessoal de Netanyahu e o representante local da ThyssenKrupp. Seu foco é um enorme negócio para a compra de navios e submarinos da empresa.

E no “Caso 1000”, ele é suspeito de ter recebido presentes de empresários no exterior.

parstoday

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